Quem somos
Uma nova alternativa de diversificação produtiva da região foi criada em 1997, quando foi implantado o projeto de Desenvolvimento da Fruticultura Irrigada da Metade Sul, agregando secretarias municipais e estaduais de agricultura, Universidades, Ministério da Agricultura, Emater e Embrapa.

Criação
No da década de 90, a região buscava alternativas para diversificar a sua matriz produtiva. Envolvendo representações públicas e privadas como as Secretarias Municipais da Agricultura, o Ministério da Agricultura, a extensão rural, as universidades e órgãos de pesquisa como a Embrapa Clima Temperado, constitui-se o Projeto de Desenvolvimento da Fruticultura Irrigada da Metade Sul.
Para gerenciar as atividades foi criado, em 1997, o Comitê de Fruticultura da Metade Sul do RS, Formado por 90 municípios, organizados em 11 grandes regiões e distribuídos conforme aspectos geográficos e político-administrativos.
Em 5 anos foram implantados 9 mil hectares de novos pomares de frutas, com um investimento total de 256 milhões de reais.

Obetivo
O papel do Comitê de Fruticultura da Metade Sul do RS foi conhecer a vocação produtiva dos municípios da Metade Sul, tendo como primeiro parceiro a Embrapa para orientar o produtor sobre o que produzir e onde. O foco inicial foi a produção da fruta in natural como alternativa, não conflitando com a indústria, mas auxiliando-a como base produtiva. A nova estratégia do Comitê de Fruticultura da Metade Sul do RS refere-se à organização de câmaras setoriais, organizando os produtores por regiões e espécies de frutas.

Desafio
Buscar a colaboração mútua através do empeendedorismo e do associativismo também são aspectos fundamentais para trnsformar a Metade Sul e trazer resultados, estabelecendo o desenvolvimento através de negócios que possam crescer de forma sustentável, fortalecendo ao programa.

Ações
O papel do Comitê foi conhecer a vocação produtiva dos Municípios da Metade Sul, tendo como primeiro parceiro a Embrapa para orientar o produtor sobre o que produzir e onde. O foco inicial foi a produção da fruta in natura como alternativa, não conflitando com a indústria, mas auxiliando-a como base produtiva. A nova estratégia do Comitê
refere-se à grave; organização de câmaras setoriais, organizando os produtores por regiões e espécies de frutas.
"O produtor atende o mercado organizado e unido e toda a negociação é feita em bloco, incluindo o marketing, através de uma marca única. A experiência vem sendo adotada inicialmente com o pêssego e o melão.

ESTATUTO

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